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A Intrix deseja a todos, clientes e amigos um Feliz Natal e um 2005 coroado com sucessos e alegrias! Agradecemos pelo apoio e confiança e esperamos dar continuidade ao nosso relacionamento profissional no próximo ano.

2004 foi um ano muito dinâmico para a Intrix. Expandimos nossa penetração geográfica, estabelecendo e fortalecendo alianças estratégicas na China, Índia e Rússia. Modernizamos nosso sistema intranet e criamos o newsletter mensal para manter o contato com vocês. Estamos bem preparados para enfrentar os desafios e oportunidades que 2005 nos apresentará!




Industry News

Componentes eletrônicos no Brasil - crise ou oportunidade? O Brasil possui uma base industrial elétrica e de equipamentos eletrônicos bem desenvolvida. O faturamento do setor ficou por volta de US$ 20 a US$ 25 bi por ano, no o período 1999 - 2003. As vendas de equipamentos de telecomunicações caíram substancialmente de US$ 5,5 bi em 2000 para US$ 2,9 bi em 2003, mas outros setores tiveram um bom desempenho, incluindo equipamentos industriais, automação, computadores e eletrodomésticos. Nesse período grande parte dos fabricantes internacionais instalaram fábricas no Brasil e fabricantes brasileiros investiram no crescimento de suas capacidades produtivas. O Brasil se tronou um grande fabricante mundial em segmentos importantes, como motores industriais, compressores e transformadores, DVD players e celulares.

Então como o Brasil está administrando a fabricação desses produtos? Podemos encontrar alguma explicação na análise da balança comercial. As exportações cresceram fortemente em cerca de 50% de 1999 a 2003, e permaneceram em US$ 4,7 bi. Entretanto as importações permaneceram estáveis apesar da desvalorização cambial, em US$ 9,9 bi em

2003, gerando um déficit na balança comercial de US$ 5,2 bi. Se analisarmos o déficit, veremos que trata-se de um problema estrutural. Isso porque US$ 3,7 bi consistem em componentes elétricos e eletrônicos. Eles são o combustível no século 21. Além disso, as importações de componentes eletrônicos estão crescendo rapidamente, 50% desde 1999. A conta dos componentes eletrônicos para 7 de cada 10 produtos eletrônicos importados está demonstrada abaixo:

Brasil - Principais Produtos Elétricos e Eletrônicos Importados (Base 2003, US$ milhões)

PRODUTOS

2000

2001

2002

2003

SEMICONDUTORES

1,883.7

1,621.5

1,486.1

1,726.9

COMPONENTES PARA COMPUTADORES

857.0

889.2

869.4

878.5

COMPONENTES PARA TELECOMUNICAÇÕES

1,349.2

1,085.8

650.3

812.3

MOTORES-GENERADORES

138.8

795.4

1,176.8

657.1

INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO

553.8

651.1

531.3

510.5

ELETRÔNICOS PARA USO AUTOMOTIVO

409.4

451.8

423.8

454.3

COMPONENTES PARA EQUIPEMENTOS INDUSTRIAIS

196.5

362.0

312.7

316.6

OUTROS MATERIAS PARA INSTALAÇÒES ELÉTRICAS

293.8

302.1

260.8

281.8

OUTROS ITENS PARA COMPUTADORES

530.5

483.6

317.1

275.8

CINESCÓPIOS

471.4

301.3

274.6

272.8

Total

11,886

13,317

10,127

9,877

Fonte: MDIC/Secex

       

 

O Brasil precisa desenvolver um conjunto de programas para adequar essa desigualdade estrutural no setor de componentes eletr6onicos. No passado problemas similares ocorreram em Taiwan, Coréia, Hong Kong e outros países quando eles passaram de montadores de produtos e equipamentos eletrônicos e passaram a ser criadores de produtos projetados, desenvolvidos e fabricados internamente. É uma transição complexa . O Brasil precisa de um programa coordenado, incluindo:

* Identificar os principais componentes dos produtos nos quais o Brasil já possui uma produção em escala mundial e um setor exportador como eletrônicos para o agribusiness , celulares e equipamentos industriais.

* Construir a infra-estrutura necessária para projetistas e desenvolvedores de produtos desenvolver e testar os componentes necessários a esses produtos. Essa infra-estrutura incluiria uma planta de fabricação de semicondutores dedicada ao rápido projeto e teste de componentes.

* Um programa focado em atrair investimentos dos fabricantes mundiais destes componentes. Esse programa precisa identificar direcionar as oportunidades e obstáculos especificamente aos componentes focados.Coordenar com instituições técnicas de ponta um programa para preparar um grupo de engenheiros e técnicos com o perfil e competências exatas.

* O Brasil oferece oportunidades invejáveis para fabricantes importantes de componentes, que não só poderiam reduzir a necessidade de importar, mas também reduziria enormemente os prazos de desenvolvimento e incrementariam a competitividade dos produtos e as exportações.

Se estiver interessado nesse setor, favor contatar o Jerry Owen - jerryowen@intrixcorporation.com




Economy in the Region

O consumismo americano no México, como resultado de muitos anos de transição com empresas entrando o mercado mexicano com campanhas muito agressivas e de alto impacto, muitos mexicanos adotaram o consumismo americano como estilo de vida. Eles estão mudando seu perfil tradicional de consumo para um comportamento altamente consumidor.

Esse fenômeno é mais notado nas classes média e alta, que estão mais expostas à mídia e têm renda familiar mais alta. Essas pessoas não hesitariam em comprar produtos importados ou fazer compras nos EUA, mesmo havendo uma alternativa nacional.

Esse "consumismo americano" no México não significa que os mexicanos também passaram a admirar valores americanos. Os mexicanos permanecem altamente protecionistas ao seu patrimônio histórico e valores.

Existem certamente produtos de alto valor que muitas vezes não são encontrados no México, e muitas vezes são comprados nos EUA. Esses produtos, como eletrônicos (palms, I-pods e câmeras digitais) entram na categoria "novidade bacana". Existe uma grande oportunidade para investidores americanos interessados em tornar seus produtos acessíveis ao mercado mexicano.




International Overview

Segmento alimentício na China crescendo rapidamente, o crescimento de três segmentos alimentícios específicos - orgânico, natural e fresco - representa a tendência do consumidor de alimentos na China. Essa tendência iniciou em grandes cidades como Shanghai, onde aproximadamente 60,000 estrangeiros vivem, Pequim e Guandong.

De acordo com estimativas da OMC, o consumo de alimentos orgânicos irá crescer entre 5% e 10% em 2005. 15% dos alimentos naturais na China são importados. A taxa de crescimento tem sido de 12% nos últimos anos. As estatísticas mais recentes indicam que o consumo de frutas frescas aumentou 9% em 2003 comparando com 2002. Sob a nova APEC, países com forte indústria alimentícia têm oportunidades interessantes nesse setor.





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