O ano de 2005 acabou. O final do ano foi um período de avaliação, comemoração e agradecimento. Para a Intrix 2005 foi um ano de novas experiências e consolidação. A intrix Brasil obteve sucesso com o programa IEM (Interim Export Management), dentro dos segmentos de alimentos e bebidas. Nosso novo escritório no Chile desenvolveu projetosde promoção e atração de investimentos em alguns clusters estratégicos da economia chilena. Também foi um ano de experiências na China. Recentemente um de nossos Consultores Senior visitou o país confirmando as enormes oportunidades que a região oferece. Concluímos passos importantes na implantação da estratégia no mercado americano para nossos clientes no segmento de motopeças. Nossos associados da Inglaterra coordenaram um estudo estratégico para o setor brasileiro de plásticos.
Também somos gratos aos nossos clientes pelo nosso crescimento e pela confiança depositada em nosso trabalho, e também agradecemos pelo suporte internacional, sem o qual não poderíamos continuar nossa missão.
Estamos comprometidos a servi-los em 2006, nossos clientes atuais e novos clientes, e esperamos poder satisfazê-los.
Celebremosnossas realizações!
Desejamos um excelente ano de 2006 a todos!
Industry News
O Mercado de Plásticos do Reino Unido, Oportunidades para Novos Players
O mercado de plásticos do Reino Unido é um dos maiores da Europa em termos de consumo de embalagens e produtos que utilizem filmes plásticos. A produção britânica de embalagens plásticas registrou um crescimento estável desde 2001, chegando a US$ 4,6 bilhões em 2004. O mercado tem registrado forte concorrência entre fornecedores e constante pressão para aredução de preços por parte dos grandes consumidores, como os gigantes do varejo (Tesco, Asda, Sainsbury e outros).
Em termos de volume, os fabricantes britânicos de filme de polietileno registraram 919.000 toneladas de produção de filmes em 2004, dando seqüência à tendência de taxas de crescimento anuais constantes. A importações registraram taxas de crescimento mais acentuadas desde 2000, chegando a 401.000 t em 2004. O crescimento do volume de mercado no Reino Unido foi impulsionado, principalmente, pelo crescimento das importações.
As oportunidades para novos fornecedores estão em mercados de nicho. Empresas estrangeiras que desejem entrar nos segmentos com mais especialização terão que ter uma abordagem criativa e inovadora. Estas empresas terão que dar atenção especial a qualidade, serviço ao cliente e confiabilidade de entrega. Elas devem se manter junto ao consumidor final para melhor entender as necessidades e os gostos dos europeus. Elas terão que gerenciar supply chain e estabelecer fortes ligações com agentes e distribuidores.
Colaboração de Amy Morgan, Intrix Associate no Reno Unido.
Economy in the Region
Novo Acordo Comercial na Região
Peru e Estados Unidos assinaram o Acordo de Promoção Comercial do Peru (APCP ou PTPA, em inglês), em Washington D.C., no dia 7 de dezembro. Os EUA iniciaram as negociações desse acordo em maio de 2004, com três países andinos: Peru, Colômbia e Equador. As negopciações com a Colômbia e com o Equador serão concluídas no próximo ano.
80% dos produtos industriais e de consumo dos EUA terão 0% de imposto de importação quando o acordo for implantado. 7% terão impostos eliminados em 5 anos e o restante terá imposto 0% em 10 anos. O acordo terá que ser votado pelos respectivos congressos dentro de 90 dias.
No caso das exportações peruanas, o acordo irá manter permanentemente as isenções de imposto já existentes no Acordo de Preferências Tarifárias Andino. Além disso, outros produtos não –têxteis, industriais e de consumo serão adicionados à lista imediatamente após a ratificação do acordo.
Os principais produtos de exportação dos EUA beneficiados são: equipamentos de agricultura e contrução, autopeças, equipamentos de TI, equipamentos médicos e científicos, produtos florestais. Do lado peruano os produtos são: produtos agroindustriais, como alcachofras e aspargos, vestuáruos e produtos têxteis, frangos e carnes.
International Overview
Os mercados emergentes cresceram fortemente em 2005
A China liderou o crescimento dentre as economias emergentes, com outro final de ano muito positivo. O superávit em conta-corrente no primeiro semestre de 2005 foi nove vezes maior do que no ano anterior. Como comparativo, incluímos outras economias emergentes na América Latina. A Argentina demonstrou uma recuperação consistente, o que é bom para a América do Sul. A Venezuela também está na lista, o que não surpreende devido aos aumentos nos preços do petróleo neste ano. O Peru foi beneficiado, principalmente, pelo crescimento dos investimentos internacionais no setor de mineração. O Chile manteve sua forte posição, com uma balança comercial positiva. México e Brasil, as maiores economias, demonstraram o menor crescimento e o México é o único que apresenta uma balança comercial negativa.
Em 2006 o comércio entre a China e a região irá crescer.O Chile foi o primeiro país da região a assinar um acordo de livre comércio com a China, em outubro passado. Em um país onde o poder do consumo cresce rapidamente, ter uma pequena parcela das vendas à classe média emergente representa um mercado significativo para o Chile. Os segmentos onde espera-se um maior aumento nas vendas são a agro indústria, com produtos especiais, como cerejas, pêssegos e amoras, e outros produtos como azeites, salmão, queijos e pasta de tomate, além das indústrias de chocolates, frangos, carnes e madeira.
Praticamente todos os países da América Latina, com excessão ao México, foram favorecidos pelo crescimento da China. Os governos estão trabalhando para estreitar as relações e aumentar o comércio entre eles.
O futuro ainda é promissor. O maior evento da China dentro da comunidade global acontecerá em 2008, com as Olimpíadas, cuja preparação está sendo feita com muito afinco.
% sobre 2004
Últimos 12 meses
US$bi
Reservas Intern.*
PIB
Prod. Ind.
Preços
Balança Comercial
Conta Corrente
US$bi.
China
9,4-3oT
16,1-Out
1,2-Out
101,5-Out
128,5-1oS
769,0-Set
Argentina
10,1-2oT
6,8-Out
10,7-Out
11,5-Out
2,9-2oT
24,8-Set
Venezuela
9,8-3 oT
12,4-Set
16,0-Out
28,2-3oT
21,6-3oT
26,4-Ago
Peru
5,7-Set.
6,0-Set
1,3-Out
4,3-Set
0,4-2oT
12,7-Out
Chile
5,2-3oT
4,2-Out
4,1-Out
8,7-Out
-0,2-3oT
15,0-Out
México
3,3-3oT
1,0-Set
3,1-Out
-9,5-Out
-8,4-3oT
69,9-Set
Brasil
1,0-3oT
0,2-Set
6,4-Out
41,9-Out
13,0-Out
59,7-Out
* Excluindo ouro - Fonte: The Economist
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